Editora Fiocruz

ISBN: 9788575411360
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O livro é uma etnografia entre clientes e profissionais de clínicas de reprodução assistida. Com origem na tese de doutorado da autora, apresentada em 2004, ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia do Museu Nacional (UFRJ), analisa as novas tecnologias reprodutivas e a clonagem humana com base nas relações de parentesco e na noção de pessoa, tópicos fundamentais na antropologia. A reprodução como objeto de intervenção médica, as peculiaridades do campo de pesquisa sobre reprodução assistida, a família, o discurso biomédico, a construção cultural do corpo, as teorias da concepção e as noções de hereditariedade são temas discutidos ao longo dos cinco capítulos da obra.

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EM ESTOQUE
ISBN: 978857541735
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As metodologias qualitativas, largamente usadas pelas ciências sociais, podem contribuir para a compreensão de aspectos singulares e subjetivos da atenção à saúde e da biomedicina. O volume em questão reúne contribuições de um grupo da pós-graduação em saúde coletiva do Instituto de Medicina Social (IMS) da Uerj que defende essa abordagem para a pesquisa em atenção à saúde. “A possibilidade de aprendizado com antigos saberes médicos,... como proposta de uma revitalização paradigmática, surge de forma instigante e provocadora, suscitando novas reflexões e debates”. Nesse contexto, o livro apresenta: trabalhos de cunho etnográfico - investigações no processo de ensino-aprendizagem na acupuntura -, por meio da observação de aulas teóricas e práticas; experiências dos residentes de medicina na atenção às complexas necessidades das pessoas vivendo com HIV/Aids; a relação dos médicos com pacientes que sofrem de sintomas indefinidos; e o cotidiano de uma família que cuida de um parente com múltiplas necessidades, após sua alta hospitalar, entre outras perspectivas da atenção à saúde sob um outro olhar.

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EM ESTOQUE
ISBN: 9788575414873
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Apesar dos avanços, o continente do qual Moçambique faz parte continua sendo a área mais afetada pelo HIV, onde residem mais de dois terços das pessoas vivendo com a doença, enquanto no Brasil o índice de novos infectados subiu 6% entre 2005 e 2014, tendência contrária a verificada na maioria dos países. Contextos que apontam para a importância do debate sobre políticas de controle do HIV/Aids nesses dois países. Esta coletânea é um dos vários frutos de uma cooperação técnica entre a Faculdade de Letras e Ciências Sociais da Universidade Eduardo Mondlane, de Moçambique, e a Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz). Reúne capítulos de autores moçambicanos e brasileiros, que apresentam temáticas diversas e buscam dialogar entre si, oferecendo um panorama daquilo que em ambos os países é hoje prioritário. As relações sociais e comunitárias, a participação social e as características dos sistemas e das políticas de saúde inerentes aos dois países são aspectos que perpassam toda a obra. O livro evidencia diferenças nos rumos trilhados, nas experiências vividas e nas conjunturas socioeconômicas, políticas e culturais entre Moçambique e Brasil, mas também demonstra que há um eixo comum: a certeza de que a saúde é um direito humano inalienável.

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ISBN: 9788575414941
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Apoiado em vasta bibliografia, além de atas e registros da câmara e textos da imprensa, o autor estuda o papel do higienismo sobre a saúde pública em São Paulo, no início do século 19. Analisa as implicações políticas à época, a influência do pensamento positivista e o crescimento da cidade em decorrência do café e da imigração, além de abordar os surtos de doenças como febre amarela e tuberculose. Um momento “em que a limpeza deixou de ser unicamente um elemento que denotava nobreza para assumir uma característica utilitária de preservação da saúde”. Mantovani expõe as ideias de autores ingleses, alemães, franceses e portugueses que influenciavam não apenas as concepções locais sobre saúde, mas também medidas político-administrativas adotadas pelos governos. Ele reflete sobre as relações entre autoridades públicas e os grupos populacionais – miseráveis, prostitutas, escravos – apontados como “culpados” pelo ambiente insalubre da cidade e pelas doenças que acometiam os paulistanos. Uma câmara municipal militarizada era responsável pela saúde pública, coagindo e castigando aqueles que ameaçavam o bem-estar do restante da população. “Curar era (e é) intervenção social, política e econômica”, diz o autor.

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ISBN: 9788575414385

A Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo, embora instituída em 1891, só passou a funcionar efetivamente em 1913 – bem depois, portanto, das Faculdades de Medicina do Rio de Janeiro e da Bahia, estabelecidas no início do século XIX. Contudo, essa demora para a implantação do ensino médico em São Paulo não foi sinônimo de atraso. De acordo com as pesquisas conduzidas pela autora, o período que antecedeu a implantação da primeira escola médica paulista foi muito rico em debates e embates acadêmicos e políticos. Desse modo, a Faculdade de Medicina de São Paulo emergiu como resultante de um processo estruturado com vistas a dar destaque a seu caráter moderno e científico. Frente a grupos tradicionais, ela se impôs com sua linguagem especializada e experimental, marcando a consolidação de uma abordagem médica laboratorial, o que já era uma realidade no cenário internacional. A obra tem três capítulos. O primeiro analisa como a República paulista abordou os temas da saúde e do ensino. O segundo investiga as atividades médicas de atendimento e tratamento realizadas em diferentes instituições de São Paulo, além de examinar as revistas médicas paulistas de maior impacto naquele momento. Já o terceiro capítulo considera outras iniciativas que ajudaram a preparar o terreno para a implantação da Faculdade de Medicina. O último capítulo discute, também, as teses apresentadas, ao final do curso, pelos primeiros médicos formados em São Paulo, entre 1918 e 1926

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ISBN: 9788575414125
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Em situação de doença ou sofrimento, muitas pessoas buscam uma religião. Não é diferente nas religiões ayahuasqueiras, cujos rituais são conhecidos por utilizar uma bebida à base de Ayahuasca, uma substância psicoativa. O Santo Daime é a mais conhecida dessas religiões, mas existem outras, como a União do Vegetal e a Barquinha – esta última restrita ao Acre. Pessoas em tratamento de saúde com Ayahuasca vivenciam e relatam mirações após o consumo da bebida, cuja eficácia – seja simbólica, seja física – tem sido bastante discutida. Entender o papel dessas mirações, mas ultrapassando o tradicional debate sobre a ação da substância: esta é a proposta do livro. O autor estudou um centro ligado ao sistema religioso da Barquinha. O diferencial dessa pesquisa é que ela compreende as mirações a partir do diálogo entre múltiplos saberes, como antropologia, psicologia, filosofia da mente, estudos da consciência, química, neurofisiologia e espiritualidade.

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ISBN: 9788575416228
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Um diálogo entre pesquisadores brasileiros e portugueses sobre arquitetura, urbanismo, patrimônio cultural e saúde no século 19, quando novos preceitos terapêuticos foram incorporados nas construções e adaptações de edifícios hospitalares. Esta é a proposta do livro Hospitais e Saúde no Oitocentos: diálogos entre Brasil e Portugal, organizado por Cybelle Salvador Miranda e Renato da Gama-Rosa Costa, parte da Coleção História e Saúde, da Editora Fiocruz. Os estudos ancoram-se no neoclassicismo e sua utilização nos hospitais construídos naquela época, tanto no Brasil (Rio de Janeiro e Belém), quanto em Portugal (Lisboa, Porto e Fafe). Essa concepção arquitetônica valoriza a ideia de progresso, asseio e racionalidade. Do ponto de vista formal, a materialização dos ideais de racionalidade e a construção de hospitais concorrem para se entender a transição de assistência adotada pelo Estado de base religiosa e o Estado laico, com exemplos no Brasil e também em Portugal.

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ESGOTADO
ISBN: 9788575411971
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Coletânea resultante de trabalho interdisciplinar de amplo alcance, no Brasil, nos estudos sobre família. Desde a definição do objeto – família –, este livro aborda as rápidas e continuadas mudanças vividas por essa instituição, que se refletem na sua composição interna. Nas relações de gênero e intergeracionais, e na tessitura de um sentimento de parentesco e pertencimento, a obra sinaliza que a família é, na atualidade, alvo de programas e políticas públicas aplicadas ao setor da saúde no Brasil, problematizando a pertinência de suas respectivas diretrizes diante das necessidades sociais e possibilidades culturais da família brasileira.

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ESGOTADO
ISBN: 9788575410479
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O livro apresenta os caminhos percorridos na direção da profissionalização e da especialização em saúde pública no Brasil, refletindo as influências e iniciativas nacionais e internacionais.na criação da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp), em 1954. Nesse laboratório de idéias em que se constituiu a Escola, formularam-se propostas que contribuíram para as grandes conquistas da saúde pública brasileira e que subsidiaram o processo de Reforma Sanitária, cujos resultados se expressam na constituição e no fortalecimento do SUS. Organizado em duas partes, na primeira é apresentado um texto narrativo sucinto sobre a Ensp, desde a sua criação até os anos recentes. A segunda, traz artigos sobre temas relevantes para o entendimento da história da Ensp e de seu papel na saúde pública contemporânea.

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ISBN: 9788575414798
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Onze países e territórios das Américas, inclusive o Brasil, foram declarados oficialmente livres do mosquito Aedes aegypti durante a XV Conferência Sanitária Pan-Americana, realizada em Porto Rico no ano de 1958. Este evento faz parte de um importante capítulo da história da saúde que nos conta o autor deste livro, ao analisar o período compreendido entre 1918 e 1968. Em 1918 tinha início a Campanha Mundial de Erradicação da Febre Amarela, conduzida pela Fundação Rockefeller. Em 1968 terminava a Campanha Continental para a Erradicação do Aedes aegypti, lançada em 1947 sob os auspícios da Organização Sanitária Pan-Americana (OSP), hoje conhecida pelo nome de Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). A segunda campanha dava continuidade à primeira, mas em um contexto internacional renovado. Estava sendo construído "um novo padrão de relacionamento das organizações internacionais e do governo norte-americano com os países da América Latina, especialmente o Brasil, com maior preponderância destes". Se, nas primeiras décadas do século XX, as repúblicas americanas mantinham poucos contatos diplomáticos e quase nenhum diálogo em áreas como política e economia, elas começaram a estreitar suas relações no âmbito da cooperação em saúde. Portanto, a reformulação da campanha e seu relançamento "resultaram de uma articulação inédita das repúblicas americanas para combater conjuntamente um problema sanitário que afetava todas elas", afirma Rodrigo Cesar.

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ISBN: 9786557080085

O autor mostra como os dois pensadores que protagonizam a sua pesquisa fazem parte da história e da consolidação da sociologia no Brasil. O pesquisador traz à tona “relações diplomáticas, instituições científicas, agências governamentais e organismos internacionais, círculos de políticos, intelectuais e cientistas sociais", segundo André Botelho, professor do Departamento de Sociologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ao analisar a conjuntura das relações acadêmicas entre os dois personagens, Thiago Lopes mostra que o rural renasce como chave não apenas da modernização, mas também da democratização política no Brasil.

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ISBN: 9788575412015
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Dirigida a todos que se interessam pela interface entre ciências sociais e direitos humanos, porque nela pesquisam ou atuam, a coletânea apresenta uma série de estudos, a maioria de cunho etnográfico, sobre práticas sociais que articulam os discursos de direitos e os valores da ajuda humanitária. Aborda problemas sociais, como pobreza e discriminação, e novas formas de intervenção sobre eles, provenientes da ação estatal, jurídica, de ajuda humanitária ou de organizações da sociedade civil.

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