Integridade em Pesquisa

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Ética e Pesquisa Com Populações Vulneraveis

R$ 46,00
  • Associado: R$ 39,10

Fomenta a discussão sobre os atuais limites éticos da lida com populações vulneráveis. Os textos concentram sua atenção na pesquisa com essas populações, porém, abordam vários outros dilemas do trabalho nas áreas de biologia e saúde. Densos e muito bem-articulados entre si, serão de grande proveito para acadêmicos e especialistas, assim como para todos os interessados no debate sobre os rumos da ciência no Brasil.

Plágio - Palavras Escondidas

R$ 40,00
  • Associado: R$ 34,00

Você já deve ter ouvido o relato de algum professor que, desconfiado, jogou um trecho do trabalho de um aluno em um sítio de busca e descobriu que se tratava de plágio. Também já deve ter escutado que a comunicação digital facilita essa má-conduta dos estudantes, que, cada vez mais preguiçosos, precisam ser punidos. Mas esse é apenas um lado de uma questão multifacetada, que ainda carece de reflexões e debates. Uma abordagem diferenciada e provocativa do assunto pode ser encontrada neste livro. As autoras não definem o plagiador como um ladrão nem consideram que o plágio deva ser criminalizado. Antes, preferem analisar o que acontece na academia e pode estar na gênese de tão mal falado – e mal fadado – comportamento. E, assim, demonstram a necessidade de uma maior sensibilização para a ética e a integridade acadêmica. As autoras não pretendem minimizar o problema do plágio. Pelo contrário: fazem críticas mordazes a quem adultera ou coloca a própria assinatura no trabalho alheio. O diferencial do livro, porém, é uma proposta de combate ao plágio que não se limite às sanções e que convide à reflexão. O objetivo é inquietar os leitores, estes atores-chave que podem ser muito mais eficientes que qualquer software caça-plágio. “São eles [os leitores] que dirão se nossa obra tem algo de criativo, inédito, original ou novo. Ou, simplesmente, se vale a pena lê-la”, propõem as autoras.

Escrever Sem Escrever

R$ 42,00
  • Associado: R$ 35,70

Quando falamos em música falamos em remix e DJ. Quando falamos em audiovisual, falamos em montagem e mash-up. Para a arte contemporânea, o crítico Nicolas Bourriaud forjou o termo pós-produção, que aponta a tendência atual de obras que não são criações originais mas reciclagens ou reproposições de obras anteriores ou objetos pré-existentes. Em comum a esses campos e situações, os gestos de apropriação e deslocamento, consagrados pelos ready-mades de Marcel Duchamp e por outros artistas da vanguarda. Entretanto, no ambiente tecnológico contemporâneo, com seus estímulos e ferramentas específicos, a apropriação e o deslocamento adquirem novas facetas. A pergunta da qual esse livro parte é: de que maneira a escrita e a literatura se inserem e participam desse novo contexto. Copiar e colar. Seleção e edição. Gravação e transcrição. Cut-up, apagamento, supressão. Pirataria. Buscas no Google. Plágio, cópia, imitação. Como o ato da citação e a cultura remix dialogam. Em que medida o escritor contemporâneo pode ser pensado como um artista conceitual ou um curador de textos alheios. Quais são as consequências para as práticas de leitura e para a ideia de autoria. A partir das noções de escrita não-criativa, de Kenneth Goldsmith, gênio não-original, de Marjorie Perloff, e do Manifesto da literatura sampler, de Fred Coelho e Mauro Gaspar, Leonardo Villa-Forte estuda obras recentes de escritores, artistas e poetas brasileiros e estrangeiros, para pensar a escrita diante, ou melhor, dentro desse ambiente em transformação.