Relações Internacionais

Relações Internacionais

Filtros ativos

O Que o Tio Sam Realmente Quer

R$ 18,00
  • Associado: R$ 15,30

Em o que o Tio Sam realmente quer, Noam Chomsky prossegue em sua análise política, econômica e social dos eventos mais importantes de nossos dias. Desta vez ele de carrega chumbo grosso sobre a política externa do governo de seu país. Chomsky disseca a Guerra Fria, o combate às drogas nos eu A e na América Latina, fala do Plano Marshall e da Doutrina Monroe, da Guerra do Vietnã, do caso Irã Contras. Ele demonstra como e por que Manuel Noriega e Sadam Hussein transformaram-se de homens de confiança de Washington nos vilões que a mídia e seus seguidores tanto adoram odiar. Comenta ainda o que realmente aconteceu na Nicarágua, na Guatemala, em ei Salvador, no Chile, no Brasil, nas Filipinas, no Haiti, no Panamá e em outros lugares por onde o Tio Sam passou com sua atuação desestabilizadora, além de traçar um quadro das perspectivas para o Leste Europeu. Em sua crítica contundente, Chomsky não poupa nem os ditadores, nem os políticos e militares corruptos, tampouco o exagerados politicamente corretos. Por fIm, o autor propõe métodos simples, porém reali tas e pragmáticos, de ação política civil para um futuro diferente - e melhor.

Globalização: Teoria Social e Cultura Global

R$ 20,00
  • Associado: R$ 17,00

Para além do aspecto econômico trata da globalização a partir da teoria social e cultura global, mostrando a história, entraves e possibilidades. Texto de leitura essencial para estudantes e professores de sociologia, teoria social, estudos culturais, comunicação e assuntos internacionais.

História da Política Exterior do Brasil

R$ 69,00
  • Associado: R$ 58,65

A política exterior do Brasil à época da Independência lançou raízes dependência estrutural. Com o tempo os dirigentes reagiram, propondo um projeto de nação a construir, que somente viria a incorporar-se como vetor da política exterior a partir de 1930. Em 1989, encerrou-se o ciclo desenvolvimentista, por força de mudanças externas e opções nacionais. A política exterior perdeu seu norte, exibindo a dança dos paradigmas, na acepção de Cervo. Utilizando avançados métodos de análise das relações internacionais, os autores reconhecem o papel exercido pelo setor externo para a formação nacional - a consolidação do território, a segurança, a convivência global, o experimento de idéias e valores - mas, sobretudo, o atraso e os rumos do desenvolvimento econômico brasileiro. O volume destina-se especialmente às áreas de Relações Internacionais, História, Economica e Política.

Brasil e a Nova Ordem (Desordem?) Mundial

R$ 32,00
  • Associado: R$ 27,20

O Brasil e a nova ordem (desordem?) mundial retoma tema apresentado e analisado em profundidade na obra A nova ordem mundial em questão (José Olympio, 1993), que resultou de importante conferência internacional promovida sobre o assunto pelo Fórum Nacional em 1992. Decorridos quatorze anos, continua ainda inexistente uma ordem internacional instituída, em substituição a que predominou durante a Guerra Fria. E em meio às mesmas assimetrias entre os poderes econômico e político das nações, foi se abrindo espaço para a supremacia do capitalismo globalizado e para a consolidação de uma única superpotência militar, os Estados Unidos da América. Superpotência esta antes moderada e benevolente, praticante do soft power; agora radical e maniqueísta (opondo rigidamente o Bem ao Mal), fazendo uso quase pleno de seu hard power.

Entre América e Europa: A Política Externa...

R$ 89,00
  • Associado: R$ 75,65

Com a entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial, a diplomacia brasileira iniciou um período de projeção global rumo à Europa, expandindo seus horizontes para além do pan-americanismo tradicional. As elites oligárquicas da República do café acreditavam que a posição do Brasil no mundo pós-Versalhes era exemplar. O governo de Arthur Bernades lançou-se em intensa campanha na Liga das Nações para, em nome da América, tentar obter um assento permanente no seu Conselho. Em 1926, ao retirar-se da Liga o Brasil afastou-se das questões européias e procurou refazer sua rede de amizades no continente americano, buscando uma reaproximação com os países vizinhos da América do Sul.

Dilemas da Globalização: O Brasil e a...

R$ 42,00
  • Associado: R$ 35,70

Os ensaios reunidos no livro “Dilemas da Globalização” O Brasil e a mundialização do capital (Editora Praxis, 2007) são textos apresentados no VII Fórum de Análise Conjuntura - Perspectiva do Capitalismo no Brasil, ocorrido nos dia 08 e 09 de outubro de 2007 na FFC / Unesp, campus de Marília/SP. O Fórum de Conjuntura é um evento tradicional que se realiza na UNESP - Campus de Marilia, desde 2001, e que visa discutir temas ligados à conjuntura nacional e internacional, buscando apreender, numa perspectiva critica e interdisciplinar, elementos da economia, política, sociedade e relações internacionais

Sujeitos e Utopias nos Movimentos Antiglobalização

R$ 62,00
  • Associado: R$ 52,70

Este livro discute o aparecimento histórico dos chamados movimentos antiglobalização na cena política contemporânea utilizando, sobretudo, os referenciais teóricos de Jacques Rancière e Hannah Arendt. O percurso do texto busca relacionar este fenômeno a diferentes sentidos atribuídos à ideia de política, e, também, à transformação do contexto mundial que ocorreu a partir da década de 1990. A exposição aborda a trajetória política destes movimentos na sua ação crítica sobre instituições internacionais como FMI, a OMC, o Banco Mundial e o G8, buscando explicitar também alguns de seus principais debates internos. São exploradas as potencialidades de efetiva criação de cenas de dissenso, bem como as possibilidades existentes de ruptura interna.

Dilemas Brasileiros no Comércio Internacional

R$ 35,00
  • Associado: R$ 29,75

A presente obra apresenta a visão particular do autor sobre o funcionamento do Mercosul e as peripécias da participação brasileira no processo sub-regional de integração nos últimos anos, condensadas numa coletânea de artigos, publicados ou não, na mídia do país. A abordagem do autor centra-se, basicamente, nos aspectos políticos, institucionais e operacionais que pautaram os problemas enfrentados pelo bloco para desenvolver o projeto de alcançar um mercado comum no sul do continente traçado pelo Tratado de Assunção de 1991.Temas como falhas de concepção, gargalos operacionais e, sobretudo, adoção de políticas erráticas de concepção ideológica equivocadas, provocaram acentuado retrocesso num projeto por si mesmo complexo.

O Imperador e o Príncipe - A Participação do...

R$ 49,00
  • Associado: R$ 41,65

A obra busca através da trajetória do príncipe africano d. Nicolau de Água Rosada e Sardônia e seu pedido de asilo no Brasil abrir uma janela que permita entender a dinâmica das relações atlânticas entre os povos locais do litoral da África Centro-Ocidental, Brasil, Portugal, França e Inglaterra no cenário geopolítico que precedeu a ocupação do litoral africano pelos europeus na década de 1880 mostrando que a atuação do Brasil na África não sofreu uma brusca interrupção, mas um lento ocaso.

Modo de Vida Imperial: Sobre a Exploração de Seres

R$ 50,00
  • Associado: R$ 42,50

O conceito de modo de vida imperial tenciona compreender melhor a constelação global de poder e dominação que é reproduzida por meio de inúmeras estratégias, práticas e consequências imprevistas em todas as escalas espaciais e sociais: dos corpos, mentes e ações cotidianas que atravessam as regiões e as sociedades até as estruturas (invisíveis e invisibilizadas) que propiciam as interações globais, e também reproduzem relações altamente destrutivas entre a sociedade e a natureza, com enormes transferências de material biofísico. Isso ocorre não apenas entre regiões distintas de um mesmo país, mas em escala global e se constitui por relações de dominação, as quais, ao mesmo tempo, reproduz. À medida que países emergentes como China, Índia e Brasil se desenvolvem como economias capitalistas, suas classes médias e altas adotam as práticas e representações da boa vida ípicas do Norte Global, aumentando também sua demanda por recursos e a necessidade de se externalizarem custos, como as emissões de CO2. Consequentemente, eles se tornam concorrentes do Norte Global, não apenas no âmbito econômico, mas também no ecológico. O resultado são as tensões ecoimperiais que se cristalizam nas políticas climáticas e energéticas ao redor do mundo, por exemplo.

Fronteiras da Dependência: Uruguai e Paraguai

R$ 50,00
  • Associado: R$ 42,50

A Ponte da Amizade, que liga Foz do Iguaçu a Ciudad del Este, foi inaugurada em 1965, mas nossa relação com o Paraguai continua marcada por exploração e preconceito. Mais ao sul, o pequeno território que se inicia depois do Chuí, muitas vezes idealizado por seus indicadores sociais, também é alvo de nossos estereótipos. Contra os prejuízos do desconhecimento, os artigos de Fronteiras da dependência: Uruguai e Paraguai são uma excelente introdução crítica aos vizinhos que mais sofreram e sofrem a influência do Brasil. No início do século XIX, o atual Uruguai chegou a ser incorporado pelo Império brasileiro, e, passadas algumas décadas, o Paraguai esfacelou-se em uma guerra liderada por Dom Pedro II. Cem anos depois, as ditaduras de Assunção e Montevidéu colaboraram estreitamente com os generais de Brasília. Desde a Independência, o capital e os interesses brasileiros se fazem sentir na economia uruguaia e paraguaia. A partir dessas relações, e para além delas, a hipótese principal do livro é que, hoje, essas duas nações constituem as fronteiras do capitalismo dependente na América Latina. E vivem esse fenômeno em polos opostos: enquanto o Uruguai atravessa o outono da cidadania salarial, a acumulação por despossessão que caracteriza o Paraguai se propaga pela região. Os 42 textos desta edição passeiam por temas como história, economia, movimentos sociais, sindicais, indígenas e feministas, e também refletem sobre as causas e consequências dos governos progressistas que chegaram à presidência em ambos os países: apesar de guardarem gritantes diferenças, as trajetórias de Tabaré Vázquez, José Mujica e Fernando Lugo permitem compreender ainda mais, por contraste, a realidade política uruguaia e paraguaia.