Negritude e População Negra

Negritude e População Negra

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Diploma de Brancura - Política Social e Racial...

R$ 60,00
  • Associado: R$ 51,00

Relações raciais e educação. Juntos, os temas vibram e tornam-se pontos referenciais para entender os vínculos entre as politicas públicas e a desigualdade social. O autor examina a maneira pela qual leituras científicas sobre a sociedade definiam negros e carentes como deficientes e como essa concepção passou a influenciar as práticas educacionais.

Na Casa de Meu Pai

R$ 80,00
  • Associado: R$ 68,00

Uma coletânea de ensaios, com textos interdisciplinares, dividida em quatro grupos, cada um deles com uma preocupação central. No primeiro, uma crítica do autor às próprias ideias de raças humanas. No segundo, uma análise de como a tentativa de construir uma identidade africana levou a minimização da enorme diversidade cultural do continente e a esconder-se a profunda influência que os intelectuais negros engajados nesse movimento receberam das ideias dominantes na Europa e nas Américas. ...

Em Busca da Liberdade - Traços das Lutas...

R$ 13,00
  • Associado: R$ 11,05

Este livro de Emilio Gennari traz à tona o velho sonho de todos os oprimidos do mundo de todas as épocas - a liberdade das garras da opressão. E, junto com o sonho, as lutas travadas em busca da liberdade. Com um texto informativo, ele nos leva a uma viagem ao passado histórico que 'é muito mais do que um momento distante'.

Leituras Afro-Brasileiras - Territórios,...

R$ 30,00
  • Associado: R$ 25,50

A obra é uma coletânea de 18 textos que expressam distintas reflexões sobre o suscitar da percepção de que em terras brasilianas, territórios, religiosidades e saúdes foram/são apropriados pelos grupos afro-descendentes de acordo com suas particularidades e valores, seus interesses e suas interações junto à sociedade nacional, assim como o de divulgar reflexões, estudos e seus resultados produzidos por pesquisadores, além de agentes religiosos de diversas instituições.

Raça Como Questão - História, Ciência e...

R$ 38,00
  • Associado: R$ 32,30

A obra é uma reunião de ensaios, não cronológicos, cuidadosamente selecionados pelos organizadores, que vão da biologia às ciências sociais, antropologia e história, com variados enfoques. Analisando discussões sobre o pensamento higienista e trajetórias da antropologia física no Brasil do século XIX, os artigos abrangem até as atuais correlações do pensamento racial com as tecnologias genômicas. Precioso material para quem estuda e se interessa pelas questões relacionadas à raça no Brasil.

Transdisciplinaridade e Afrobrasilidades

R$ 24,00
  • Associado: R$ 20,40

A coletânea reúne parte da produção acadêmica do Encontro Transdisciplinar de Afrobrasilidades, no Rio de Janeiro, com o intuito de mostrar que as diversas maneiras de se falar sobre afrobrasilidade transcendem seus campos de convergência , expondo o caráter transdisciplinar do tema capítulos como patrimônio cultural e colecionismo, relações raciais em sala de aula, religião e subjetividade social, Lei 10.639,imagens e movimentos, cultura afro-brasileira e cotidiano escolar, práticas culturais e música.

O Genocídio do Negro Brasileiro - Processo de...

R$ 45,00
  • Associado: R$ 38,25

Ao longo do século passado, prevaleceu a visão de que os descendentes dos africanos se encontravam, no Brasil, numa condição muito mais favorável do que a vivida pelos negros no sul dos Estados Unidos ou na África do Sul do apartheid. Mais do que estabelecida, essa era uma visão oficial: o Brasil seria uma democracia racial, um lugar em que o grande problema do negro era a pobreza e não o preconceito de cor.

Mulheres, Raça e Classe

R$ 61,00
  • Associado: R$ 51,85

Mulheres, raça e classe, de Angela Davis, é uma obra fundamental para se entender as nuances das opressões. Começar o livro tratando da escravidão e de seus efeitos, da forma pela qual a mulher negra foi desumanizada, nos dá a dimensão da impossibilidade de se pensar um projeto de nação que desconsidere a centralidade da questão racial, já que as sociedades escravocratas foram fundadas no racismo. Além disso, a autora mostra a necessidade da não hierarquização das opressões, ou seja, o quanto é preciso considerar a intersecção de raça, classe e gênero para possibilitar um novo modelo de sociedade.

Afrolatinoamérica: Estudos Comparados

R$ 42,00
  • Associado: R$ 35,70

Assumindo a agência dos afrolatinoamericanos como perspectiva de análise e o caráter transnacional e transregional dos percursos abertos por eles, o presente livro reúne estudos que, ao acompanhar as trajetórias de mulheres e homens negros nas Américas, produzem releituras, que expõem paradigmas epistemológicos e modelos estéticos inadequados pela sua cegueira excludente frente à heterogeneidade cultural da região. Do Caribe ao Rio da Prata, passando pelos Estados Unidos e o Brasil, os estudos aqui reunidos questionam simultaneamente as limitações impostas pelas análises centradas nas fronteiras nacionais da diáspora africana e a condição "excêntrica" dos (estudos) afrolatinoamericanos no contexto brasileiro.

Raça, Racismo e Genética

R$ 30,00
  • Associado: R$ 25,50

O livro é o resultado de debates e reflexões teóricas de pesquisadores brasileiros e britânicos sobre a negritude e etnicidade no Brasil e em outros países latino-americanos. A coletânea de textos restaura questões presentes em torno dos conceitos que permeiam a discussão sobre raça e consciência étnica, dialogando com temas como o fenômeno da construção de diferenças, genética, racismo e ativismo negro.

Atlas das Escravidoes

R$ 105,00
  • Associado: R$ 89,25

Este Atlas apresenta um balanço sintético, amplo e completo dos conhecimentos históricos sobre a questão delicada e complexa da escravidão. Além de 150 mapas e gráficos, ele irá mostrar uma análise mundial do tráfico de escravos, do séc. XV ao séc. XIX, uma abordagem global e original das sociedades escravagistas, a expansão desse tráfico pela internacionalização das trocas comerciais, a difusão do Iluminismo e o rápido desenvolvimento do movimento abolicionista em escala internacional, além da permanência da escravidão e a complexidade de seu legado e de suas memórias.

Mulheres, Cultura e Política

R$ 55,00
  • Associado: R$ 46,75

Nesta compilação de discursos e artigos, a ativista política Angela Davis apresenta um balanço de sua luta por uma mudança social progressista. Dividida em três eixos temáticos, "Sobre as mulheres e a busca por igualdade e paz", "Sobre problemas internacionais" e "Sobre educação e cultura", a obra aborda as mudanças políticas e sociais pelas quais o mundo passou nas últimas décadas em relação à igualdade racial, sexual e econômica. A autora traz dados históricos e estatísticos detalhados sobre as condições das mulheres, da classe trabalhadora e da população negra nos Estados Unidos durante o governo Reagan, mostrando como a política adotada naquela administração operou para enfraquecer esses grupos sociais. Mostra, ainda, as influências das políticas norte-americanas em países da América Central, da África e do Oriente Médio, destacando o impacto que tiveram para fortalecer um movimento econômico mundial de concentração de renda e enfraquecimento das lutas sociais em vários países do mundo. Ao mesmo tempo, ela faz reflexões importantes sobre a resistência representada pelos movimentos sociais e sobre o potencial de conscientização e contestação da educação e das artes, em especial a pintura, a fotografia e o blues. Por meio dessa reflexão, ela argumenta que a convergência dos diversos grupos, em diferentes países, em torno de interesses comuns é essencial para a construção de um mundo menos desigual.

Cativeiro, Desigualdade e Brutalidade

R$ 55,00
  • Associado: R$ 46,75

Há neste livro um jogo entre as escalas micro e macro, apresentando a trajetória de atores sociais no Império português. O escravo dentro dessas páginas foi um sujeito limitado; mas superou obstáculos contando com suas habilidades, com outros escravos, e, até mesmo, com seus senhores. Participava de relações sociais fora da "casa-grande". Trabalhava, negociava ou rompia com o senhor a partir de escolhas próprias. Não era um robô programado, passivo e não estava pré-ordenado a ser rebelde.

Crítica da Razão Negra

R$ 85,00
  • Associado: R$ 72,25

De todos os humanos, o negro é o único cuja carne foi convertida em mercadoria. Aliás, negro e raça têm sido sinônimos no imaginário das sociedades europeias. Desde o século XVIII, constituíram ambos o subsolo inconfesso e muitas vezes negado a partir do qual se difundiu o projeto moderno de conhecimento e também de governo. Será possível que a relegação da Europa à categoria de mera província do mundo acarretará a extinção do racismo, com a dissolução de um de seus mais cruciais significantes, o negro? Ou, pelo contrário, uma vez desmantelada essa figura histórica, todos nós nos tornaremos os negros do novo racismo fabricado em escala global pelas políticas neoliberais e securitárias, pelas novas guerras de ocupação e predação e pelas práticas de zoneamento? Neste ensaio ao mesmo tempo erudito e iconoclasta, Achille Mbembe empreende uma reflexão crítica indispensável para responder à principal questão sobre o mundo contemporâneo: como pensar a diferença e a vida, o semelhante e o dessemelhante?

A Liberdade é Uma Luta Constante

R$ 45,00
  • Associado: R$ 38,25

O novo livro da ativista política Angela Davis reúne uma ampla seleção de seus artigos, discursos e entrevistas recentes realizados em diferentes países entre 2013 e 2015, organizados pelo militante dos direitos humanos Frank Barat. Os textos trazem reflexões sobre como as lutas históricas do movimento negro e do feminismo negro nos Estados Unidos e a luta contra o apartheid na África do Sul se relacionam com os movimentos atuais pelo abolicionismo prisional e com a luta anticolonial na Palestina. Além de sua reconhecida atuação política no combate ao racismo, Davis denuncia também o sexismo, demonstrando de forma muito objetiva a relação entre a violência contra a mulher e a violência do Estado. De acordo com a autora, não há possibilidade de se combater a violência sem desmontar as estruturas do sistema capitalista. Ao afirmar que, “quando as mulheres negras se movem, toda a estrutura política e social se movimenta na sociedade”, Davis sintetiza a importância fundamental do movimento das mulheres negras na desestruturação e desestabilização das rígidas e consolidadas relações desiguais de poder na sociedade, representadas pela dinâmica de violência, supremacia branca, patriarcado, poder do Estado, mercados capitalistas e políticas imperiais. A liberdade é uma luta constante permite ao leitor acompanhar a saga dessa persistente e ousada ativista contra as diversas formas de submissão humana e tem um significado especial neste momento crítico da sociedade brasileira, que vive certo sentimento de desesperança e impotência ao perceber quão distante se está de uma mudança estrutural na política e de transformações efetivas na condição de vida da maioria. “A leitura desta obra nos recoloca em um espaço próprio, o da resistência, o de nunca desistir da luta que deve ser empreendida. Reencontrar o pensamento, as ações, o comprometimento de Angela Davis com as lutas que ultrapassam as questões vividas em solo nacional nos ensina também a pensar a nossa luta em relaçã

Quem Tem Medo do Feminismo Negro?

R$ 29,90
  • Associado: R$ 25,42

Quem tem medo do feminismo negro? reúne um longo ensaio autobiográfico inédito e uma seleção de artigos publicados por Djamila Ribeiro no blog da revista CartaCapital, entre 2014 e 2017. No texto de abertura, a filósofa e militante recupera memórias de seus anos de infância e adolescência para discutir o que chama de “silenciamento”, processo de apagamento da personalidade por que passou e que é um dos muitos resultados perniciosos da discriminação. Foi apenas no final da adolescência, ao trabalhar na Casa de Cultura da Mulher Negra, que Djamila entrou em contato com autoras que a fizeram ter orgulho de suas raízes e não mais querer se manter invisível. Desde então, o diálogo com autoras como Chimamanda Ngozi Adichie, bell hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo é uma constante. Muitos textos reagem a situações do cotidiano — o aumento da intolerância às religiões de matriz africana; os ataques a celebridades como Maju ou Serena Williams – a partir das quais Djamila destrincha conceitos como empoderamento feminino ou interseccionalidade. Ela também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de cotas raciais e as origens do feminismo negro nos Estados Unidos e no Brasil, além de discutir a obra de autoras de referência para o feminismo, como Simone de Beauvoir.

Formas de Liberdade: Gratidão, Condicionalidade...

R$ 66,00
  • Associado: R$ 56,10

Trabalhos sobre as experiências da escravidão/liberdade em México, Cuba, Porto Rico, Santo Domingo, Caribe francês, Brasil e Argentina, entendendo que essas duas experiências, a do escravo e a do alforriado, formam uma unidade, estão aqui reunidos. A maioria das abordagens salienta a condicionalidade da liberdade em contextos de escravidão, bem como explica e analisa a "funcionalidade" dessa condicionalidade. Pesquisadores de diferentes países e de distintas tradições historiográficas compartilham os resultados de suas pesquisas em torno da questão sujeição/liberdade no mundo escravista, resultando nesta obra que abre a possibilidade de comparação, em busca de semelhanças, diferenças, padrões e peculiaridades.

Sair da Grande Noite: Ensaio Sobre a África...

R$ 87,20
  • Associado: R$ 74,12

Há meio século, a maioria da humanidade vivia sob o jugo colonial, uma forma particularmente primitiva de dominação da raça. Sua libertação constitui um momento-chave da história de nossa modernidade. Que esse evento quase não tenha deixado sua marca no espírito filosófico de nosso tempo não é lá um grande enigma. Nem todos os crimes engendram necessariamente coisas sagradas. Alguns crimes da história resultaram apenas em máculas e profanações, na esterilidade esplêndida de uma existência atrofiada em suma, na impossibilidade de fazer comunidade e de retrilhar os caminhos da humanidade. Será que podemos dizer que a colonização foi justamente o espetáculo por excelência da comunidade impossível uma convulsão tetânica e ao mesmo tempo um sibilo inútil O presente ensaio lida apenas indiretamente com essa questão, cuja história completa e detalhada ainda espera ser escrita.

Voce Pode Substituir Mulheres Negras

R$ 40,00
  • Associado: R$ 34,00

A produção acadêmica e intelectual de Giovana Xavier em Você pode substituir não lembra a sisudez a que o Brasil nos acostumou. Mesmo quando enfileira complexas teorias, ela é clara - melhor dizendo, escura. É perspicaz e cirúrgica. É divertida, ora irônica. É generosa. De todos os substantivos que compõem o balaio de qualidades de Giovana, a generosidade é a mais evidente. Ela não só nomeia as pensadoras diplomadas que a influenciaram, de Kimberlé Crenshaw a bell hooks, de Conceição Evaristo a Djamila Ribeiro, mas também reconhece e louva a intelectualidade de mulheres que a desigualdade, o machismo e o racismo brasileiros teimavam em invisibilizar. Giovana inova com sua profissão de fé na História em primeira pessoa. Provoca ao apontar o bolor das interpretações estereotipadas. Ousa ao teorizar sobre surfe, rap, férias, rebolado, orixá, literatura, Baco Exu do Blues, teatro - tudo junto e misturado. Cruza territórios, escrutina personagens, reinterpreta narrativas. Seu livro, como ela, é reflexão vezes nove. Aperte o cinto e viaje.

Olhares Negros Raça e Representação

R$ 50,00
  • Associado: R$ 42,50

Na coletânea de ensaios críticos reunidos em Olhares negros, bell hooks interroga narrativas e discute a respeito de formas alternativas de observar a negritude, a subjetividade das pessoas negras e a branquitude. Ela foca no espectador em especial, no modo como a experiência da negritude e das pessoas negras surge na literatura, na música, na televisão e, sobretudo, no cinema, e seu objetivo é criar uma intervenção radical na forma como nós falamos de raça e representação. Em suas palavras, os ensaios de Olhares negros se destinam a desafiar e inquietar, a subverter e serem disruptivos. Como podem atestar os estudantes, pesquisadores, ativistas, intelectuais e todos os outros leitores que se relacionaram com o livro desde sua primeira publicação, em 1992, é exatamente isso o que estes textos conseguem.